domingo, 19 de abril de 2009

deslocada

- como foi a festa ontem?
- hum... sei lá...
- era uma roubada?
- não, não. lugar muito bacana...
- a música era boa?
- super boa.
- bebida?
- impecável!
- não tinha gente legal?
- tinha...
- então qual o problema?
- é que quando aquele pessoal nasceu a África ainda tava indo embora...


-----
créditos: esta piada teve contribuição do amigo fabinho. by the way, casal cristianini, thanks pela adorável companhia em noite de luz de velas e vinhaça!
.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

High Maintenance

Outro dia ouvi um cara falando que mandou fechar a piscina da casa dele. Não era usada com tanta frequência e dava muito trabalho pra manter sempre em ordem. Mandou cobrir e pronto. Deixou só um ralo e um ponto de água. Dalí pra frente, quem quisesse refresco que brincasse com o esguicho.

Também nessa linha, tem aquele dito que 'o melhor barco que existe é o barco do seu amigo'. Porque é seu amigo que cuida e voce só participa da hora do passeio. Não paga marina, licenças, reparos, marinheiro, nada. A manutenção é toda por conta do dono e o único trabalho do convidado é comprar o Dramin, encostar no pier no feriado e desfrutar do balanço do mar.

Eu estava pensando nisso porque estou querendo me livrar de algumas coisas que exigem muita manutenção. Como por exemplo o [meu] corpo humano. Ou as obrigações civis. Ou a convivência social.

Muito trabalho, muito gasto, muita encheção de saco.
Deus-o-livre...
.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sympatique - Pink Martini

Falando em sympatique, putaqueopariu como eu tô chata!

Não tô querendo saber de nada que exija esforço ou paciência. Aliás, não tô podendo com exigência nenhuma. Ainda por cima meu organismo resolveu se revoltar contra mim e agora eu tenho que gastar meu precioso tempo na manutenção desse corpo humano. Essa coisa frágil, superestimada, pouco-representativa do valor que eu creio ter e fadada à decrepitude.


affff. tô que nem eu me guento!



.

será que sou um caso perdido?

ok, ok.
talvez, mas só talvez, eu tenha uma tendência a romanciar exageradamente as coisas da vida.

pode ser, mas é uma hipótese remota, que eu costume enxergar só aquilo que eu quero ver, como se o mundo fizesse sentido.

há uma chance pequena de que eu acredite que todos são movidos por sentimentos iguais aos meus, que o mundo não é cínico e que sempre vale a pena a gente se aproximar das outras pessoas.

mas eu não posso ignorar a indignação do pili quando leu o post do imperador, escrito sob a ótica dos meus rose colored glasses... eu respeito o pili e o emputecimento dele. o pili não tem medo da vida e sempre teve que ralar pelas coisas dele. ele é generoso com as pessoas, mas é safo. não é bobo que nem eu. é difícil passar a perna nele porque ele é bem desconfiado... ou mais realista. não sei. eu gosto do pili. muito mesmo. enfim, a indignação dele tá aí pra quem quiser ver.

(comentário do pili sobre o post do adriano, imperador)

Fala sério, ele saiu pq é cheirador, viciadaço e isso não é compativel com a vida de atleta. Ele sumiu por uma semana na favela só para lembrar da infância?? tenha dó!!!!
Quando ele jogou 6 meses no São Paulo, o presidente do clube falou que tava dando todo o suporte inclusive profissional, mas que o Adriano era um caso perdido.
A namorada dele deu um depoimento que ia busca-lo na favela de moto-taxi para leva-lo para os treinamentos na época de Flamengo.
Tem gente que realmente chora de barriga cheia! É revoltante.
Na boa, quero ver esse discurso de vou dar um tempo tendo que fazer economia no final do mês, ter que andar de metro pq o tanque ta vazio.
É fato, conforto tem seu preço. Só que quem reclama quando ta por cima, provavelmente não aguenta quando ta na merda!
.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O Imperador pediu pra sair

Adriano, atacante que jogava pela Inter de Milão, volta para a favela no Rio e diz que parou de jogar por tempo indeterminado.

O que eu tenho a dizer sobre isso? É obvio: vida de adulto é um saco. Não interessa se você faz o que você ama. Não interessa se sua vida parece um sonho para os outros. Não interessa se você faz direito, se te pagam bem, se você é um sucesso ou a pqp. Na hora que vira obrigação de adulto, vira um fardo.

Cobranças, expectativas, desenvolvimento do seu potencial, dar o seu melhor, superar-se. Blargh! Bom mesmo é ser moleque e dormir no colo da vó. Ah! Se eu pudesse voltar prá lá...

Mas será que tem volta?
Será que dá pra encolher depois de já ter crescido?
Será que dá pra bancar não-ser-mais depois de já-ter-sido?

Olha, eu não sei mesmo responder a essas perguntas. Não sei se o cara vai voltar pra Europa, não sei se o cara vai voltar pro futebol daqui a pouco, não sei de nada.

O que eu sei é que essa paradinha do Adriano mexeu comigo. Call me naive, call me Amelie Poulain. Mas eu tô de fato acreditando que ele parou porque tá com saudade da terra, dos amigos e da feijoada da mãe dele.

Eu acho legítimo perceber que a vida de sonho não te faz feliz.

Acho que deveria ser obrigatório por lei parar e pensar na vida de tempos em tempos. Pra ver se a gente tá mesmo feliz com as nossas escolhas e pra ver se as nossas prioridades de gasto de tempo estão coerentes com aquilo que a gente acha realmente importante.

Porque a vida passa muito, muito depressa. E não dá desconto pra ninguém.
.

domingo, 12 de abril de 2009

I will survive!

já faz quase 10 dias que eu tô passando um 'perrengue' por causa da cirurgia dos meus dentes. a menos que eu opte por ficar viajando nos analgésicos, eu tenho uma dorzinha fiadaputa ininterrupta e latejante que não vai embora e tá me deixando muito ranzinza e chorona. e mesmo depois desse tempo todo eu ainda tô bochechuda.

essa não é a primeira vez que eu passo por isso, mas naquela época isso não pegava mal. tem coisas que tem limite máximo de idade! assim como pança, bochecha e cara de choro são bonitinhos na pré escola, só que 'não tá ornando' com uma mulher da minha idade e posição social. já tô de saco cheio!

ok, ok. foi só um desabafo. isso há de passar. eu vou sobreviver.

.
essa daí é a foto do meu primeiro RG, emitido para minha primeira viagem internacional. eu fui pro Paraguai, aos dois anos e meio de idade, com papai, mamãe, irmão e irmã. num fusca. as you may see, 'perrengue' ain´t no stranger to me. I will survive.
.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Pão-de-casa e free-thinking

Quando eu era criança, passava muitos feriados na chacrinha do tio Geraldo. Era um dos lugares mais incríveis do universo: tinha uma casinha que era um chuchu, com uma área externa super gostosa, de pedra mineira no chão (aquela amarelada, porosa e meio cintilante, sabe?). Tinha churrasqueira e forno a lenha, onde minha tia Maria Helena sempre fazia deliciosos 'pães-de-casa', que a gente comia quentinho com manteiga derretendo.

A lembrança mais nítida que eu tenho desse local é o pseudo-seríssimo tio Geraldo 'passeando' um sapo-boi com um barbante, como se fosse um poodle na coleira. Mas acho que isso é assunto pra outra história. O que eu quero contar aqui é o episódio de um feriado de Páscoa.

Eu devia ter uns 6 anos e pela primeira vez presenciei um 'ritual' de malhação do Judas, promovido pelos moradores da vila que havia ao lado da chacrinha. Creio que foi a primeira vez que eu fiquei chocada com a natureza humana e posso dizer, sem dúvida, que foi uma cena crucial na formação da pessoa que eu sou hoje.

Um boneco feito de roupa de gente recheada foi espancado por homens, mulheres e crianças barulhentos e excitados, munidos de cabos de vassoura, galhos de árvore e outros tipos de bastões. Havia gritos, xingamentos e revolta. Mas aquilo não combinava com a satisfação no rosto das pessoas. Definitivamente eu não consegui captar aquele 'mood'.

Meus irmãos e primos mais velhos acompanhavam também aquela movimentação e pareciam achar aquilo mais natural, o que novamente me chocava. Como assim? Vocês não estão vendo isso que eu estou vendo? Hellooo-ow! Alguém me explicou que Judas tinha traído Jesus. O que é traído? Ah! Ele fez uma coisa muito ruim pra Jesus.

Eu sabia que Jesus era do bem. Ele cuidava da gente e a gente rezava pra ele à noite. Ele nasceu pobrezinho no Natal e depois ajudou as pessoas. Eu podia entender que Jesus era do nosso time e que a gente não gostava de quem sacaneasse com ele. Mas gente, por pior que fosse o que Judas tinha aprontado, aquele castigo me parecia exagerado demais. E definitivamente não fazia sentido ter prazer naquele papel de algoz.

Aquilo nunca me saiu da cabeça. Pode parecer exagero, mas eu creio que foi daí que eu comecei a ter consciência de que eu simplesmente não aceitava algumas coisas do status quo e ia ter que aprender a pensar diferente das outras pessoas. Desde a tenra infância eu sou ranheta e overthinker. Mas confesso que venho me conformando que a minha indignação é minha amiga. Mesmo que ela faça de mim uma pessoa um pouco cansativa.
.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

vida tosca - um haikai

enobrece ou embrutece
outono bruto cai a folha em luto
trabalhar sem parar me emputece
.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

D.U.I.

Dreaming Under the Influence

Naquele dia ela acordou com o barulho do trem passando sacolejante. Pensou que aquela casa jamais poderia ser a dela. Nunca escolheria morar ao lado dos trilhos. Uma dor forte no peito dizia que ela tinha fumado demais na noite anterior. Devo ter tomado banho antes de dormir, pensou. Não tinha cheiro de cigarro no cabelo. Via roupas jogadas no chão do quarto, possivelmente as suas, ao lado de um par de tenis grandes demais para serem seus. A certeza que tinha, a única, era de que estava viva alí naquele quarto.

Algumas manhãs eram assim. Detetive da sua própria vida, buscando pistas de onde aquela noite a havia levado. Não sabia dizer desde quando, mas sabia que em certas madrugadas alguma coisa acontecia no universo ou na sua cabeça - não saberia dizer - e a transportava pra onde quer que fosse.

De alguma forma preservava a certeza de ser ela mesma, embora tudo pudesse mudar nessas tais madrugadas, inclusive seu rosto, seu corpo, sua voz. Naquela manhã parecia mais velha do que se sentia. O esmalte escuro um pouco lascado reforçava a impressão de que estava longe de casa há algum tempo. O cheiro de café e o assobio de uma música meio antiga subiam do andar de baixo e diziam que aquele dia ia ser bom. Montando seu quebra-cabeças de expectativas momentâneas, torcia pra que não estivesse muito errada. Nunca imaginou que isto seria possível, mas acabou aprendendo a viver sem esperar qualquer certeza.

Ela que tanto queria viver muitas vidas um dia descobriu que era muito difícil ter a cabeça nas nuvens e os pés no chão. Decidiu que de quando em quando teria que abrir mão de um ou outro. .

sorvete e papoula

Então, teve gente que me perguntou se estava tudo bem.

Enquando a gente tiver sorvete e analgésicos...
...tá tuuuuuuuudo bem!


A codeína é um fármaco alcalóide do grupo dos opióides, que é usado no tratamento da dor. Ela é encontrada no ópio em concentrações de 0,5 a 2,5%.



imperdível @2:02

Alice: Mas eu não quero ver gente maluuuuuuuuuuuca!

Gato: Oh! Não pode evitar! Tudo aqui é maluco!



HOJE VAI SER UM DIA INTERESSANTE NO CONSULTÓRIO.
.

sábado, 4 de abril de 2009

A Fada dos Dentes

Eu aprendi cedo na vida que não ia conquistar nada por causa dos meus belos olhos azuis. Primeiro porque não os tenho, apesar de todo o ramo paterno e meus dois irmãos mais velhos terem nascido com grandes e brilhantes olhos azuis.

E depois porque eu cresci com atributos físicos que sempre variaram do normal ao levemente fora da curva para o lado pior: um pouco gorducha, um pouco demais aqui, um pouco de menos ali e, por fim, um pouco dentuça.

Vejam bem, eu não estou me queixando da minha aparência. Nessa altura da vida eu já entendo que eu consegui tirar o melhor possível do que estava disponível para uma menina 'normalzinha', muitas vezes até me dei bem demais (vejam o meu marido, por exemplo) e, na real, minhas características físicas nunca chegaram a me atrapalhar na vida. Mas o que é fato é que meus dentes sempre foram um big issue pra mim (sem trocadilhos, por favor).

Eles sempre foram grandes, bem grandes (meu irmão, que sempre cumpriu com maestria a função de caçula, os chamava de Mentex). Meus supostamente delicados dentes de leite já eram gigantescos e não caíam nem por decreto. Lá pelos 7 - 8 anos os dentes definitivos queriam finalmente nascer, mas os de leite ainda estavam lá inabaláveis. Só um ficou mole e caiu como acontece para qualquer criança normal. Os demais tiveram que ser arrancados no dentista (meu querido tio Luciano), com anestesia, boticão e muito xilique.

Quando nasceram todos os definitivos, o primeiro baque foram as serrinhas (mega serrotes industriais, segundo meu irmão), mas essa história eu já contei aqui. Além das serrinhas, havia também 'the gap': aquele espacinho entre os dois dentes da frente, que te deixam com cara de estúpida e fazem todo mundo pedir pra você assobiar (pra quem não sabe, o vãozinho te dá vantagem competitiva nos quesitos duração e altura do assobio). Pra resolver essa parada eu tive que 'entrar na faca' aos 9 anos e fazer uma cirurgia que remove um tal ossinho (não sei se é isso, mas foda-se) que impede que os dentes se juntem.

O problema seguinte foi organizar aquela cambada: na briga por espaço, tadinhos, meus dentes definitivos acabaram ficando amontoados e desalinhados. Foram 3 longos anos de aparelho móvel, que me fazia cuspir nos meus amigos e falar com a dicção do pato Donald (reparem que ficar calada estava fora de questão desde aquela época).

Daí tive uma longa trégua. Fiz minha primeira obturação aos 19 anos. Depois disso, dentista era só pra fazer aquela limpeza básica e eliminar os vestígios de café, cigarro e vinho tinto.

Só que esses tempos o bicho pegou de novo. Finalmente meus dentes do siso resolveram aparecer e, óbvio, não há lugar pra eles. Já tirei o primeiro há uns anos, num episódio que poderia ser descrito num C.S.I., mas que agora não vem ao caso. E hoje estou indo fazer uma cirurgia pra tirar os 3 restantes numa tacada só. Seja o que deus quiser.

Sei que vai ser sofrido, mas pelo menos resolvo isso de uma vez. E eu estou tranquila porque esse cirurgião foi super bem recomendado pela minha querida prima-dentista. Ela falou que ele é o ninja dos dentes do siso. Parece que até já saiu no Discovery Channel e tudo.

E outra: se a fada dos dentes remunera de acordo com o tamanho da 'entrega', acho que hoje eu fico rica! Prometo que depois que eu desinchar, melhorar das dores e parar de tomar os antibióticos a cerveja vai ser por minha conta.


.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Soul for sale

Um bem sobrehumano só pode ser obra do diabo. Juventude perene. Sabedoria. Beleza. Talento.

Ao longo da história do mundo ocidental as pessoas vem fantasiando fazer negócios com o coisa ruim pra conseguir uma vida plena enquanto dure.

Eu acho que ia ter que cultivar a alma mais pura do mundo pra poder ganhar aquilo que eu quero em troca. Eu quero mais tempo. Tempo pra viver a vida enquanto vivo a vida. E pra viver mais outra vida enquanto isso. E quantas mais o meu tempo extra permitisse.

Acho que o inferno deve ser um lugar cheio de decisões definitivas a serem tomadas.


.

Mi noche triste

Eu sempre fui muito preocupada, meio aflita demais com as coisas. Tem gente que fala que eu sou pessimista. Minha amiga de longa data fala que eu sou muito intensa. Quando eu era pequena minha mãe me tirava falando que eu era dramática.

Lembro que quando eu ficava muito angustiada com alguma coisa, meus pais cantarolavam uma melodia de tango pra me sacanear ajudar a por as coisas em perspectiva e não me desesperar. Mas não sei se isso ajudou muito. Ainda hoje eu sinto que tudo que se passa ao meu redor causa muito impacto em mim. Como bem descreve outra amiga, eu sinto que tudo 'esmaga meu coração'.

Então foi assim que, pela primeira vez na minha vida, e possivelmente a última, eu senti simpatia e compaixão pelo
Diego Maradona. No baile que a Argentina levou da Bolívia por 6x1, o treinador derrotado afirmou que os gols contra seu time 'Eram como punhaladas no coração'!

Tadinho, gente! Não deve ser fácil crescer ouvindo o som lamurioso do tango! É muito lindo, muito triste, muito inteeeenso! O coração deve doer mesmo... Eu bem sei...


.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

I feel good... I knew that I would...

Cara, às vezes a vida fica tão chata, cheia de tristezas e coisas que a gente não pode resolver. As pessoas ficam doentes, algumas pessoas queridas morrem, a gente se ferra por causa de dinheiro, a gente se vê em situações de pressão e cinismo do mundo. Afff! Ainda bem que não é sempre assim, né? Ainda bem que tem coisa boa também. E a gente tem mais é que curtir enquanto tá tudo bem. E aproveitar o que realmente importa...


Eu estou buscando vida, amor e risada
Tudo que acontecer pelo caminho
E o que vier depois!

Bitchô, isso sim é feel good song!




Life, Love & Laughter - Donavon Frankenreiter

Don’t look back, it won’t do any good
Don’t look ahead you’ll just be misunderstood
Everything you need could be right in front of you
It doesn’t take much to see what is true

They say we are going to die if we go on like this
Who do you believe?
Every story has a twist
Take a look around, tell me what you see
People in the world just trying to be free

What about all those things you could have done but you don’t?
They say things happen for a reason, you don’t do them, they won’t

I’m lookin for life, love and laughter
Everything in between and what happens after
I’m lookin for life, lookin for love, lookin for laughter
...
I’m lookin for life, love and laughter
Everything in between and what happens after!
What happens after?

clique aqui pra ver a letra inteira e o link pro video.
.
PS: Méliss, esse post é pra você! Presta bem atenção nessa musica aí, tá?
.

We'll always have Paris

.
A Paris Hilton ouviu a história da Eliana da Daslú e comentou:

- Eewww... jail outfit is soooo 2007!


ai, ai, ai... essa é a típica das minhas piadinhas que só eu acho graça.
mas eu tô que tô me acabando de rir...
.