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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

um elefante incomoda muita gente...

o hitchcock sacou isso faz tempo, eu sei. é que eu vi uma matéria recentemente que me deixou aqui pensando: há coisas que individualmente são suportáveis, mas em bando são absolutamente assustadoras. tipo formigas, motoboys, crianças, abelhas, homens, crustáceos... não é não? olha só isso aí!






clique aqui pra ler a reportagem da bbc:
'ilha australiana é invadida por migração de milhões de caranguejos'
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sábado, 3 de outubro de 2009

a conclusão é uma só:

saí na rua no sábado a tarde pra tomar meu tradicional balde de café. jeans, camiseta, havaianas, bolsa a tiracolo. parecia eu mesma. normal. vou andando de volta pra casa pensando nas coisas que andam rolando na minha vida atualmente.

avisto a uns dez passos um carinha com um menininho no colo.

quando estou a cerca de 5 passos deles o tal carinha está colocando o garotinho no chão, meio ajudando ele a se equilibrar pra andar (ainda meio bambo, perninhas e braços abertos).



o moleque, sem titubear, dispara em minha direção e, para surpresa geral, agarra minhas pernas num abraço. daqueles de até encostar a cabecinha, aninhando no meu joelho.




o cara, meio sem graça, meio rindo:
- biel, biel, vem cá, filho! vem cá!

pega o menino gentilmente no colo e, simpático, fala pra mim, neste momento ainda não tão atônita:
- desculpa ae. ele achou que voce era a minha mãe. ele adora ela.

(whaaaat???)

...

a conclusão?
bom, o destino é mesmo um grande gozador.
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quinta-feira, 30 de abril de 2009

substância batizada - origem do termo

qual não foi minha surpresa quando, numa troca de email com os amigos jovens, uma das mais descoladas revelou não saber o significado do termo "maconha batizada". absurdo né? tudo bem que, mesmo jovens, ninguém tem mais idade pra esse tipo de prática, de qualquer forma, é importante conhecer os termos.

e lá vou eu ter que explicar tudo pra esses jovens...

"maconha batizada" é a maconha de má qualidade; é a erva danada misturada com outras coisas mais baratinhas (por exemplo cocô de vaca seco).

o uso do termo "batizado" para substâncias impuras foi registrado pela primeira vez no início dos anos 80, durante o governo figueiredo, para definir a gasolina misturada com ingredientes de valor menor, tais como a água. os veículos de comunicação denunciavam as maracutaias dos postos de gasolina, chamando o combustível adulterado de "gasolina batizada".

a água, por sua vez, é associada ao batismo desde o ano 15, quando JC, no verão mais tedioso de sua adolescência, resolveu "dar um caldo" no seu primo joão batista, que tinha tomado todas na noite anterior. queria curar a ressaca do primo brincando de afogá-lo no rio jordão. como o primo pegou mal com a zoeira, JC resolveu dar uma de santo (han? han?) e disse que aquilo não era uma brincadeira de mau gosto e sim um ritual sagrado de "purificação". graças à natureza espírito de porco do ser humano a moda acabou pegando. pais fazem isso com os filhos até hoje e todo mundo acha normal.

enfim, como toda boa sacanagem, o nome da prática tem a ver com suas origens: puxar a cueca do amigo foi chamado de "cuecão", pasta de dentes no do amigo foi chamado "pascu" e afogar o joão batista foi chamado de "batismo".

fonte da pesquisa: nem queiram saber...
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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Adolescentes

ou Aborrescentes, Adolinquentes, Abobescentes...

Adolescente é suspeita de forjar o próprio sequestro no interior de SP

Pensar em ter filhos me dá arrepios. De terror. Por isso que eu ainda não tive os meus e não sei se um dia vou conseguir ter. Mas isso é história pra outro post. Ou outro blog. Ou outra vida.

O ponto aqui é pensar que depois de serem limpos, alimentados e cuidados pelos pais durante a infância, os adolescentes são capazes de atos incríveis para provar sua estupidez, principalmente dirigida contra os próprios pais.

Você por acaso acha que Romeu e Julieta teriam sido história se não quisessem encher o saco dos pais? E quantos anos você acha que eles tinham?

Ô fasezinha besta, viu.

sexta-feira, 6 de março de 2009

mode: stand by

status: unfocused, unproductive and daydreaming

Será o efeito day after da noite mais quente do ano?

...

Olha, minha gente: estou com a impressão que passei a noite toda ouvindo o 'coisa-ruim' bafando enxofre quente e cantando a plenos pulmões em ritmo do funk do quadrado:

órme, ó- órme
se eu não durmo ninguém dorme!


(letra "emprestada" da méliss)

terça-feira, 3 de março de 2009

combustão espontânea

na boa: quantos graus tem que fazer nessa terra pra alguém ter misericórdia de nós e decretar estado de calamidade pública?

pelamordedeus, minha gente! escutaqui ô governantes, responsáveis, fazedores de leis!

que tal um feriado compulsório até que a temperatura ambiente volte a ser compatível com a vida?
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Mulher Brasileira em primeiro lugar

- Howz goin?
- Hi.
- Hey there! I hear an accent.
- Oh really? (como?! sotaque? eu só falei 'HI', for god's sake!)
- Where are you from?
- Brasil. (com sotaque brasileiro, mesmo)
- Oh! Brazil! Samba, carnival... girl from Ipaniima!
- (sorrisinho amarelo)
- Yeah! Brazilian hum?
(ergue a sobrancelha, estufa o peito)
- (sorrisinho amarelo se desfazendo)
- Ow Kay! Wanna dance, Brazilian girl? (cara de conquistador)
- Thanks. I have to go... (cara feia)
- So soon? Lets dance samba! Carnival... Yeah... hum?
- (fui)


Brasileira1: Andreia Schwartz, pivô do caso que derrubou o governador de NY
Brasileira2: Paula Oliveira, pivô de uma quase crise diplomática com a Suíça
Brasileira3: Fulana de Tal, vista via satélite com sem com tapa sexo na Avenida
Em suma: a puta, a pirada e a pelada, respectivamente.



Sei lá, não me levem a mal.
Juro que eu não me acho melhor ou pior que ninguém.
Mas às vezes eu me sinto tão mal representada...
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Che stupido...

"Mamma Mia! Má non dá pra evitar que le donne da Roma sejam estupradas! Pra isso teria que ter um soldado para cada ragazza bella que anda na rua!"


Ô Berlusconíí! Vápaputaqueopariu, vá...




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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Romance Ideal

Sabia que ainda existem meninos que querem se apaixonar?
Pois é. Tenho visto esse fenômeno acontecendo por aí.
Pra quê sono tranquilo, não é mesmo, minha gente?
O legal é suspirar e cantar junto com o Herbert:

"Ela é só uma menina
e eu pagando pelos erros que eu nem sei se eu cometi.
Ela é só uma menina
e eu deixando que ela faça o que bem quiser de mim.
Se eu queria enlouquecer, essa é a minha chance.

É tudo o que eu quis.
Se eu queria enlouquecer, esse é o romance ideal.
Não pedi que ela ficasse,

ela sabe que na volta ainda vou estar aqui.
Ela é só uma menina
e eu pagando pelos erros que eu nem sei se eu cometi."

O melhor de amar é deixar na vitrine a vulnerabilidade que a gente tenta esconder a todo custo. Porque no fundo a gente quer mesmo é seguir amando. A mando de alguém.

Sentir é bom mesmo quando dói, né não?

Ai, ai... o amor é lindo!

My friend, that goes for you. .


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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Geração Coca Cola (Zero)

Quando era pequena, às vezes eu precisava de ajuda dos meus pais pra lidar com a lição de casa. Isso gerava problemas por causa dos diferentes métodos pedagógicos a que fomos expostos em nossos tempos. Por exemplo, eles tinham cartilha e aprenderam a ler decorando be-a-bá. Eu aprendi a fazer o som das letrinhas no método fonêmico: FFFF, VVVV, MMM. Os livros deles diziam que Cabral chegou ao Brasil por engano e os meus diziam que não houve engano nenhum e ele queria mesmo as índias e não a India. E assim vai.

Entre tantas outras diferenças, a que mais me intriga desde sempre é o jeito que eles fazem contas. Pelo que posso entender, eles não separam unidades e dezenas na subtração, não "emprestam um" do numero à esquerda e, para conferir o resultado, usam a sensacional expressão "noves fora". Dezessete menos oito, nove, noves fora, nada. Adoooro! Vários adultos já tentaram me explicar, mas eu jamais entendi como funciona ou pra que serve.

Mas aqui isso não vem ao caso. O que eu queria mesmo dizer é que há coisas inexplicáveis de uma geração para outra. Quem não vive no movimento de uma época não vai entender e pronto! Nem tente. Os tempos mudam. As pessoas não acompanham. E assim, "noves fora" torna-se um ícone do gap entre as nossas gerações.

Ultimamente tenho convivido com gente mais nova que eu. Eu bem que queria pensar que os anos que nos separam não chegam a configurar um gap, mas temo não ser esta a verdade. Outro dia, no bar, um casal de amigos jovens contou que, após uma festinha a dois que fizeram no apartamento, eles receberam uma multa do condomínio, acompanhada por nove páginas de reclamações. (whatdahell!?) Pois é. Um casal, uma festinha, nove páginas. Valha-me Deus!

Na minha fantasia essas nove páginas estão repletas de truques mirabolantes e práticas de perturbação da ordem (e do sossego dos vizinhos). E por mais que eu provoque a minha criatividade eu não consigo nem imaginar que diabos pode estar escrito lá.

Estou convencida de que o conteúdo dessas nove páginas define mais um gap de gerações. É o novo "noves fora".
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Aventura Amazônica I

Acha que enfrentar a floresta foi difícil?
Você não imagina o que foi o aeroporto...
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domingo, 16 de novembro de 2008

Cadê o Rudolph?

Eu devo estar ficando velha e intolerante, porque os dias de hoje me parecem muito estranhos! Olha que eu até me considero bem moderninha, mas fala sério:
Baby-Chewbaccas-de-Asa-Delta na decoração de Natal?!
Onde esse mundo vai parar, minha gente?